Uso de canetas emagrecedoras no Brasil cresceu 88% em 2025
As famosas canetas emagrecedoras superaram, em 2025, a importação de produtos como salmão, smartphones e azeite de oliva.
A explosão do uso desses medicamentos saltou 88% em relação a 2024, segundo o Conselho Federal de Farmácia.

A compra de produtos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro somou cerca de R$ 9 bilhões em importações, já que não existe produção nacional destas substancias, concentrando toda demanda no mercado externo.
A Dinamarca, país de origem do principal laboratório desses produtos, é a principal fornecedora, responsável por 44% das importações.
Há perspectiva de nova expansão deste mercado com a quebra da patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic e do Wegovy. Segundo o Conselho de Farmácia, a entrada dos genéricos tende a reduzir custos e ampliar de forma expressiva acesso aos tratamentos.
Vendas no Brasil
Em junho do ano passado, a Anvisa determinou que essas canetas emagrecedoras passassem a ser vendidas apenas com prescrição médica com retenção da receita na farmácia. As receitas também passaram a ter validade de 90 dias para compra desses medicamentos.
A Anvisa também proibiu a manipulação da semaglutida por farmácias, mas permitiu a manipulação de forma restrita da tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro.










